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terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Chapado com a Chapada

Ainda na estrada, a primeira coisa que chama a atenção é o céu. Aliás, desde Brasília, onde a viagem de 255 quilômetros até a Chapada dos Veadeiros começou.

Foto: Marcelo Migliaccio

Na letra da música, o carcará  "pega, mata e come", mas só deu para ver o terceiro ato do show.

Foto: Marcelo Migliaccio

Até o tucano fica boquiaberto com tanta beleza no coração do Planalto Central Brasileiro.

Foto: Marcelo Migliaccio

Só que nem tudo são flores e é preciso defender o território...

Foto: Marcelo Migliaccio

Alto Paraíso é uma cidade pequena, como se pode ver pelo tamanho da Câmara de Vereadores.

Foto: Marcelo Migliaccio

Mesmo aqui, as araras não se intimidam com os cerca de sete mil habitantes e cruzam o céu a todo momento.

Foto: Marcelo Migliaccio

Além das araras, o que mais tem é cachorro sem dono nas pequenas ruas cheias de artesãos.

Foto: Marcelo Migliaccio

Parece que a gente parou no tempo, em algum lugar dos anos 70.

Foto: Marcelo Migliaccio

Festa estranha, com gente adoravelmente esquisita.

Foto: Marcelo Migliaccio

Onde mais se conserta disco voador?

Foto: Marcelo Migliaccio

Jogar bola num estádio desses já é um presente. Com essa vista ao redor, nem precisa de torcida.

Foto: Marcelo Migliaccio

Em vez de helicópteros barulhentos cruzando o céu, balões.

Foto: Marcelo Migliaccio

E majestosas águias cinzentas.

Foto: Marcelo Migliaccio

O Parque Nacional fica no povoado de São Jorge, com ruas de terra, casas modestas e preços caros para os turistas do mundo inteiro. 

Foto: Marcelo Migliaccio

É lá que o paraíso se mostra nas suas mais belas formas. Da imponência do salto de 120 metros que forma um arco-íris permanente...


Foto: Marcelo Migliaccio


Ou nos detalhes das borboletas... 

Foto: Marcelo Migliaccio


libélulas coloridas...

Foto: Marcelo Migliaccio

A Chapada é música para os olhos.

Foto: Marcelo Migliaccio

Mas vá logo antes que tudo isso acabe, porque o "progresso" não para de chegar...

Foto: Marcelo Migliaccio








sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Feijão, mandioca e milho

Um brasileiro de verdade no paraíso da Chapada dos Veadeiros, em Goiás, fala de religião, morte, casamento, fome, política, trabalho na roça e até da música de Raul Seixas.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

A UPP é jóia...

A favela em que os italianos foram encurralados por marginais tem UPP. O máximo que os PMs de lá fizeram foi enviar um recado aos traficantes para que devolvessem o corpo e as motos senão a Força Nacional e a Polícia Federal iriam entrar pra rachar.

As UPPs foram apresentadas por Sergio Cabral como a solução final. A "tomada do Alemão" mereceu até transmissão ao vivo apoteótica da emissora que sempre apoiou o agora presidiário. Hoje, o Alemão é um covil pior do que antes. Ontem mesmo uma senhora morreu baleada dentro de casa.

Gostaria de saber o que levou o secretário de segurança José Mariano Beltrame a pensar que os PMs das UPPs não se corromperiam como aconteceu com os dos antigos PPC (Postos de Políciamento Comunitário).

Não culpo os PMs. Eles têm duas opções: fazer vista grossa ao tráfico e ganhar um pequeno adicional de propina aos seus salários atrasados ou virar alvo dos traficantes. No lugar deles, eu também escolheria viver. Além do mais, levar propina é uma mania nacional.

O fato é que um italiano morreu e outro está em estado de choque. Beltrame sempre cobrou "investimentos sociais" nas favelas, sempre disse que só polícia não adiantaria. Mas Sergio Cabral preferiu investir pesado em joalherias...

Quero acreditar que o secretário de Segurança não sabia das mochilas milionárias entregues semanalmente à madame Cabrália. Não, Beltrame não tinha como saber. Só Lula tinha a obrigação de saber de todo o roubo da República. Beltrame, próxima cartada eleitoral preparada pela direita fluminense, não podia saber de nada...

Foto: Marcelo Migliaccio
O Dona Marta, em Botafogo, onde foi implantada a primeira UPP, já voltou a ter tráfico armado