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domingo, 16 de setembro de 2012

O sem-sorriso

Acho que este é o único entre os milhares de candidatos a vereador do Rio que não posou para a foto de campanha sorrindo. Pelo menos ele nos poupou daquele sorriso amarelado e falso que está em todos os cantos da cidade. Com vocês, mister Indignação.


6 comentários:

  1. Valeu Marcelo, assim que a sua pagina abriu eu ri. Parece a minha foto.
    Sergio.

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  2. É exatamente com essa cara que nós eleitores ficamos depois das eleições, quando os candidatos assumem seus postos e esquecem das promessas de campanha.

    Por acaso eu tenho um amigo chamado Vitor Izecksohn, por curiosidade vou perguntar a ele se conhece esse Paulo.

    Cury

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    1. Grande Vitão, teve bons momentos como goleiro no Quadrado da Urca...

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  3. Que bom que temos um amigo em comum, moramos muitos anos no mesmo prédio, na Rua General Glicério (Laranjeiras), no 4º andar só tinha fera, o Vitor, a Rosa Amanda, o Eliomar Coelho e eu é claro !! (rsrs).
    Fui síndico desse prédio, e sempre ia na casa deles beber de suas sabedorias para aplicar no condomínio, me ajudaram muito com boas idéias.
    Grande Vítor, sempre que o encontro, batemos um papo saudável !

    Cury

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  4. Mauro Pires de Amorim.
    Concordo que estejamos um tanto ressabiados com os rumos da política brasileira, mas em nosso país, a política ainda é vista num nível personalista. Vota-se na pessoa, sem preocupação com o partido.
    Dessa forma, cria-se a figura cômoda para os partidos políticos e suas cúpulas, de não assumirem e elaborarem projetos de governo, tendo que ter portanto, pressupostos de valores condizentes, coerentes, inclusive éticos. Portanto, a grande maioria de nossos partidos políticos de hoje, não são melhores em nada, do que os partidos políticos de ontem. Fazendo com que nossa mentalidade político-partidária não amadureça, não evolua.
    Não conheço tal candidato, mas algo sei sobre seu partido e lembro, sem ilações comparativas, até porque, conforme disse anteriormente, a política brasileira é feita em bases personalistas, mas, Fernando Collor de Mello, também despontou na política nacional, no final dos anos 80, como "O Caçador de Marajás", o que não deixa de ser um "Indignado" e o fim, todo mundo sabe qual foi.
    Portanto, deixo no ar a seguinte pergunta. Será que é mesmo, ou tudo não passa de jogada marqueteira?
    Felicidades e boas energias.

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