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domingo, 20 de setembro de 2015

FIFA 2015

De um lado, o videogame tentando se aproximar ao máximo de um jogo de futebol de verdade; do outro, o futebol de verdade ficando insosso como um videogame. Espremido na tela da TV, com jogadores sem sangue, sem paixão clubística, sem inventividade e em volta deles uma torcida de shopping center.
Os clubes perderam sua essência, que era o vínculo afetivo dos atletas com a agremiação. Agora só alugam os uniformes para empresas exibirem suas marcas na TV e, com o dinheiro, contratam jogadores de determinados empresários por curtos períodos.


Foto: Marcelo Migliaccio
Na divisão por castas que começou em 1987, quem está embaixo fica sempre embaixo no futebol brasileiro

2 comentários:

  1. Não é bem assim Marcelo. O Fluminense, por exemplo está na primeira, mas já esteve na terceira e Vasco e Botafogo vivem alternando entre primeira e segunda...

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    1. Se o clube grande não consegue subir logo no primeiro ano de rebaixamento já fica difícil, porque perde a verba de série A dada pela televisão e passa para a de série B. E o Fluminense só subiu com virada de mesa, justamente por pertencer à casta dos grandes.

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