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segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Isso é um filme!






5 comentários:

  1. Esse filme deve ser interessante, como um bom cinéfilo,não vou perder.

    Cury.

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  2. Vejam também "A Grande Beleza", filme cuja personagem principal é irresistível: as ruas de Roma.

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  3. Certamente sua indicação vale a pena ser conferida até pelo trailer que vi que pareceu-me imperdível. Aproveitando o comentário do anônimo, reproduzo o pitaco que dei no blogue ALMA LAVADA:
    Com uma assumida inspiração --mas nunca imitação-- felliniana, em seu novo filme, "A Grande Beleza", o diretor italiano Paolo Sorrentino ancora nas paisagens de uma Roma luminosa, mágica , absolutamente artística e espetacular (belíssima!...a grande beleza)...a trajetória do cínico ou sarcástico ou desiludido (afinal, completou 65 aninhos)Jeb Gambardella (Toni Servillo em performance arrebatadora).As inteligentíssimas críticas à contemporaneidade "berllusconiana"vazia ou líquida...são irretocáveis ou pra lá de realistas, ainda bem!

    É um dos filmes mais belos que já assisti, inclusive pela deslumbrante fotografia e idem trilha sonora. É perfeito, original, nos remete à Dolce Vita, do Fellini, repito, mas sem plágio.As cenas surrealistas ou de realismo fantástico são deslumbrantes... fundamentalmente o voo dos flamingos num céu romano crepuscular de cair o queixo.Traz cenas estupendas de Roma e suas riquezas arquitetônicas e um retrato rigoroso da decadente sociedade italiana...aliás, a modernidade é sempre decadente. Os diálogos são primorosos, repletos de ironia , verdade e bom humor. É, por tudo isso, um filme para ser assistido mais de uma vez . A cena inicial do japa desmaiando ou morrendo diante de tanta beleza ou da festa do Jeb que nos remete para dentro da tela, e nos faz participar dela é incrível. Cinema clássico ,sensível, provocador, inteligente, imperdível e inesquecível, fundamentalmente para os amantes das belas artes.
    ´Marcos Lúcio

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  4. Realmente o filme merece os prêmios e críticas elogiosas (faço questão absoluta de ver filmes premiados em Cannes...já quanto ao Oscar, depende ). O que começa como uma questão "banal", que é a dualidade entre os pais de sangue e os pais de criação (biologia X afeto), termina como uma belíssima exposição do amor incondicional de uma criança por seus pais. Que, infelizmente, nem sempre é retribuído. Indicadíssimo para quem tem, teve, terá ou não filhos, posto que demasiado humano, inteligente, sutil e cativante...não só pelas crianças que , na verdade ,excepcionais atores.
    Marcos Lúcio

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