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domingo, 4 de janeiro de 2015

De lá pra cá

Saldo da minha viagem: 70 pesos em notas falsas recebidos na Argentina, os óculos escuros afanados num bar em Colônia, no Uruguai, e muitas emoções, bicho. Vamos a eles, a começar pelo belíssimo, limpo e moderno aeroporto de Montevidéo. Comparar com Guarulhos ou Galeão resultaria numa goleada ainda mais vergonhosa que os 7 a 1 da Alemanha na Copa.

Foto: Marcelo Migliaccio


Voar nesse lindo país da América do Sul é uma beleza.

Foto: Marcelo Migliaccio


Tem passarinho que mais parece destaque de Carnaval.

Foto: Marcelo Migliaccio


É só deitar numa grama e apontar a câmera pra cima que logo surge algo lindo de ver.

Foto: Marcelo Migliaccio

Não há tantas igrejas como no Brasil, a noite de Natal mais parece a de Réveillon. O Uruguai literalmente não é um país muito católico.

Foto: Marcelo Migliaccio


 Quando a missa atrasa, até Cristo senta pra esperar.

Foto: Marcelo Migliaccio


Mas a catedral tem as mais belas imagens que eu já vi dentro de uma igreja, como essa, em tamanho natural.

Foto: Marcelo Migliaccio


Vale a pena visitar, mesmo que você seja da Iglesia Universal del Reino de Dios...

Foto: Marcelo Migliaccio


E na arquitetura européia, entre tantos prédios maravilhosos, este foi o mais monumental.

Foto: Marcelo Migliaccio


Mas aí veio o Réveillon e os uruguaios ficaram iguaizinhos aos brasileiros.

Foto: Marcelo Migliaccio

Foi a deixa pra eu me mandar pra Buenos Aires, onde o obelisco dá as boas-vindas.

Foto: Marcelo Migliaccio


E o taxista adverte:

_ Não é só o governo, todos são ladrões aqui.

É o que comprovo no táxi seguinte, do qual salto com uma nota falsa de 50 pesos, equivalentes a cerca de 13 reais...

Foto: Marcelo Migliaccio


Evita choraria por ti, Argentina. Ruas sujas, péssimo atendimento nos restaurantes, mendigos e gente que pouco sorri.

Foto: Marcelo Migliaccio


No sinal, o homem que limpa pára-brisas pede um trocado.

Foto: Marcelo Migliaccio

Enquanto na feira de Santelmo os músicos defendem o trocado respirando fumaça de salsichão.

Foto: Marcelo Migliaccio

Com tanta gente assim, eu tinha que receber outra nota falsa, esta de 20 pesos. Vou colocar as duas num quadro, com a frase: "Lembrança de Buenos Aires".

Foto: Marcelo Migliaccio

De volta às coisas boas...

Foto: Marcelo Migliaccio

Como os belos arranha-céu de Puerto Madero.

Foto: Marcelo Migliaccio


Foto: Marcelo Migliaccio

Foto: Marcelo Migliaccio


E as estátuas, nunca vi uma cidade com tantas...

Foto: Marcelo Migliaccio

Dá pra viajar nelas.

Foto: Marcelo Migliaccio

Por um instante, pensei estar em Itú. Mas como havia água, vi que não era.

Foto: Marcelo Migliaccio


Era Buenos Aires, sem dúvida.

Foto: Marcelo Migliaccio




Setenta pesos e um óculos...




6 comentários:

  1. Lamentável esse caso das notas falsas, mas espero que isto não estrague a boa imagem que você vinha tendo dos nossos Hermanos sul americanos. Em grandes aglomerações é comum alguns meliantes se aproveitarem dos turistas mais distraídos. Até em Praga onde estive em setembro, me disseram para tomar cuidado com a carteira...e esse taxista que disse que todo mundo é ladrão é como aquele que diz que todo político é corrupto para ficar a vontade para votar em qualquer um.

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  2. Parece-me que é corriqueiro a entrega de notas falsas pelos taxistas argentinos. Não sofri isso quando estive por lá, mas tive uma câmera afanada da Recoleta...de resto, me diverti. Embora tenha ficado de saco cheio com tanta feira, adorei ver um grupo tocando tango-eletrônico...cheguei a ensaiar alguns passos com um dos integrantes...

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  3. É Marcelinho, apesar dos pesos, te aliviaram os bolsos...
    Lindas fotos, e o metro já foi modernizado?

    Torelly

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    1. Não andei de metro, mas dizem que continua o mesmo.

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  4. Essa é a herança da oligarquia marxista dos Kirchner !!! Teve muita sorte Marcelo, apenas duas notas...

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