A Amazônia por trás da fumaça
Não dá para saber se o homem está invadindo a floresta, ou se a floresta está devorando o homem.

E lá estava eu, diante do pulmão do mundo. Na Amazônia, tudo é superlativo.

Até as nuvens no céu...

E, claro, a falta de educação de um povo que, quando não queima tudo insuflado por um presidente esquizofrênico, deixa sua marca indelével em todos os cantos do paraíso.

Verdade que o ser humano também já fez coisas lindas por aqui, como o Teatro Amazonas, o mais bonito que eu já vi.

Por fora e por dentro. O camarim é de filme... digno dos grandes astros e estrelas que já pisaram naquele palco, como a bailarina Margot Fonteyn, que deixou de lembrança suas sapatilhas flutuantes.

Mesmo sem espetáculo, sentar nessa platéia é um prazer.

Mas o show da natureza supera qualquer realização humana. Como no encontro das águas dos rios Negro e Solimões, que não se misturam por causa das densidades diferentes.

Ou o desabrochar da flor da vitória régia, aquela planta aquática que, como a aprendemos no livrinho de ciências do primário, é capaz de suportar o peso de um pequeno indiozinho.

Festa estranha...
Com gente esquisita.
As formas geométricas com que o acaso, ou o criador, nos presenteou.
Lógico que a miséria também tem seu lugar, ou não estaríamos no Brasil.
Mas tem lugar para todo mundo se divertir...

E lá estava eu, diante do pulmão do mundo. Na Amazônia, tudo é superlativo.

Até as nuvens no céu...

E, claro, a falta de educação de um povo que, quando não queima tudo insuflado por um presidente esquizofrênico, deixa sua marca indelével em todos os cantos do paraíso.


Verdade que o ser humano também já fez coisas lindas por aqui, como o Teatro Amazonas, o mais bonito que eu já vi.

Por fora e por dentro. O camarim é de filme... digno dos grandes astros e estrelas que já pisaram naquele palco, como a bailarina Margot Fonteyn, que deixou de lembrança suas sapatilhas flutuantes.


Mesmo sem espetáculo, sentar nessa platéia é um prazer.

Mas o show da natureza supera qualquer realização humana. Como no encontro das águas dos rios Negro e Solimões, que não se misturam por causa das densidades diferentes.

Ou o desabrochar da flor da vitória régia, aquela planta aquática que, como a aprendemos no livrinho de ciências do primário, é capaz de suportar o peso de um pequeno indiozinho.

Só não se empolgue com a beleza, fique atento, porque tem sempre alguém de olho em você
Festa estranha...
Com gente esquisita.
Até quando não estão te olhando, você pensa que estão.
Lógico que a miséria também tem seu lugar, ou não estaríamos no Brasil.
É só estender sua rede e dar uma pirueta.
Bem-vindo à Praia de Ipanema amazonense!
Vazio mesmo só na Arena da Amazônia, construída para a Copa do Mundo e abandonada depois. O futebol no estado não atrai muita gente. Basta dizer que a decisão do campeonato dos bairros reuniu mais gente que a final do campeonato amazonense. Aliás, a coisa mais difícil é encontrar uma camisa dos times locais para comprar. A turma aqui só veste Barcelona, Manchester, Real Madrid, Flamengo, Corinthians...
Depois de alguns dias na Amazônia, a imagem que fica é essa: uma cidade onde o verde toma conta de tudo. Enquanto os incendiários deixarem.
Teatro que ainda desejo conhecer...
ResponderExcluirVale muito!
ResponderExcluirAcessei o blog e conheci a Amazônia que poucos conhecem.
ResponderExcluirD que ainda não foi queimada... rssss. Abração.
ExcluirMarcelo, q prazer seguir seus textos/imagens!
ResponderExcluirObrigado, amiga. Você é sempre bem-vinda.
ExcluirRespondendo a sua pergunta, o homem vai ser sempre o invasor, enquanto existir o que invadir. O risco é que insuflado por líderes como Trump é o Bozo ele destrua tudo e só assim seja obrigado a parar.
ResponderExcluirWow nice blog, thanks for sharing this content, i will bookmark this website so that i will read some posts again.
ResponderExcluirVistiting from: NupeBaze