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sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Dias melhores virão

Com o governo Temer já caindo de podre, dizem que os tucanos vão assumir, referendados pelo nosso maravilhoso colegiado de deputados e senadores.

Aécio e companhia, porém, assumirão sem moral, sem terem vencido eleição direta, pela janela, no tapetão.


Como o Fluminense quando subiu direto da terceira para a primeira divisão.


No outro braço do golpe, Moro está fulo da vida porque oito delatores inocentaram Lula.


E no terceiro pilar, os papagaios dos donos da mídia já não sabem mais o que falar para convencer o Hommer Simpson, desempregado, de que as coisas vão melhorar com a camarilha golpista.


O jogo está virando, devagar mas está.


Dias melhores virão, até porque piores será impossível.

4 comentários:

  1. Ainda bem que eu votei em Dilma e insisti em ficar do lado do meu voto. Agora é volta Dilma, ou Lula presidente e Dilma vice.
    SÉRGIO.

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  2. Já dizia um sábio cantor em sua linda canção:

    Você deve notar que não tem mais tutu
    e dizer que não está preocupado
    Você deve lutar pela xepa da feira
    e dizer que está recompensado
    Você deve estampar sempre um ar de alegria
    e dizer: tudo tem melhorado
    Você deve rezar pelo bem do patrão
    e esquecer que está desempregado

    Fora Temer safado !!

    Cury

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  3. Marcelo, SIM, o novo sempre vem. Pessimista com o presente/futuro imediato,
    otimista irremediável com o médio/longo prazo.

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  4. Oxalá que sim! ... "sou pessimista com a inteligência mas um otimista com a vontade”
    Considero sempre oportuna - e eternamente - esta citação:“de resto, você mesmo viu que eu não estou abalado, desanimado e nem deprimido. Meu estado de espírito é tal que mesmo que já fosse condenado à morte continuaria tranqüilo e até mesmo, na noite anterior à execução, talvez estudasse uma lição de língua chinesa. (…) Parece-me que em tais condições [I Guerra], prolongadas durante anos, e com tais experiências psicológicas, o homem deveria alcançar um grau máximo de serenidade estóica, e adquirir a convicção profunda de que ele tem, em si mesmo, a fonte das próprias forças morais, de que tudo depende dele, de sua energia, de sua vontade, da férrea consciência dos fins que se propõe, e dos meios que emprega para realizá-los — a ponto de jamais desesperar, e não cair nunca mais naqueles estados de espírito – vulgares e banais – a que se chamam pessimismo e otimismo. Meu estado de espírito sintetiza esses dois sentimentos e os supera: sou pessimista com a inteligência mas um otimista com a vontade” (GRAMSCI, 2005, p. 382).

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