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segunda-feira, 6 de julho de 2015

Euforia tucana

Tucanos já comemoram abertamente o golpe. Derrotados quatro vezes nas urnas, planejam assumir quando o TCU, que aprovou as contas dos maiores ladrões da História, rejeitar as da Dilma. Aí, o Congresso do Imperador Cunha-Vota-Até-Ganhar aglutina seus 300 picaretas e aprova o Golpeachment. 

As sete famílias que decidem há décadas o que milhões de brasileiros vão ver, ler e ouvir, intensificam as marteladas anti-petistas na mídia. O ódio ao PT deriva para o fascismo, com direito a ameaças de morte, delações seletivas, xingamentos, adesivos pornográficos e toda a sorte de golpes baixos. Golpe é com eles mesmos. 

E nós ficamos aqui, assistindo ao nosso voto ser cassado por essa gente que durante 502 anos só fez assaltar o Brasil e agora posa de moralista e honesta. Pedalada fiscal... arruma outra que essa tá difícil de engolir.

4 comentários:

  1. Na convenção tucana Aecio agradeceu aos colegas por ter sido reeleito presidente da República quando deveria ter dito do partido. Ou as quatro derrotas seguidas fizeram muito mal a sua cabeça ou ele precisa parar de andar de helicóptero urgentemente.

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  2. Na convenção tucana não se viu nenhum negro e as raras mulheres nem apareciam.
    Só tinha coxinha rico e recalcado !!
    Cury

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  3. Um negro que apoiar uma corja dessa vai entrar naquela definição do Dunga de negro que gosta de apanhar.

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  4. Prefiro não digitar sobre aecin (credo!) para não ser deselegante ou "agressivo" ...então, compartilho:

    “Presidente da república” e “oposição ao Brasil”: a lição dos atos falhos de Aécio. Por Kiko Nogueira

    Postado em 07 jul 2015por : Kiko Nogueira

    Enquanto isso, no mundo bizarro

    O teatro que o PSDB está fazendo em torno do impeachment, dizendo que não trabalha para isso enquanto conspira abertamente, é talvez a página mais abjeta da história do partido.

    Na convenção, no último domingo, Fernando Henrique Cardoso, triunfal, afirmou que o PSDB “está pronto para assumir”. Mais: “Nunca como antes se roubou tanto neste país”.
    Ora, para além da conversa fiada lacerdista, o “nunca como antes”, segundo o próprio ex-presidente, precisa incluir seu próprio governo. É uma confissão de um homem que, na melhor das hipóteses, se atrapalhou com as palavras, ainda que tenha vivido delas.
    O diabo mora nos detalhes e Aécio Neves cometeu o ato falho do ano numa entrevista a uma rádio gaúcha. Comentando a entrevista de Dilma à Folha, Aécio insistiu na defesa de que não pratica golpismo. “Nosso papel é agir com responsabilidade, garantir que nossas instituições, em todas as suas instancias, ajam com independência”, disse.
    “Felizmente para a presidente, quem está na oposição somos nós, que temos agido com absoluta responsabilidade”, continuou o organizador de uma viagem absolutamente sem sentido à Venezuela com mais sete colegas.
    E então a deixa: “O que nós dissemos na nossa convenção, que me reelegeu presidente da república, é que o PSDB é um partido pronto para qualquer que seja a saída”.
    Presidente da república.
    A obsessão cala tão fundo em Aécio que ele não achou que fosse o caso de sequer corrigir mais adiante. A tese de seu grupo tem sido a do afastamento de Dilma e de Temer. Com isso, haveria uma nova eleição em noventa dias com ele como o candidato mais provável dos tucanos.
    A ideia de inflamar a própria militância e engordar as ruas para os próximos protestos — existe um marcado para o dia 16 de agosto —, apostando na instabilidade, não é nova. No que o PSDB se transformou? Num outro lapso, desta vez à Rádio Itatiaia, Aécio de novo resumiu: “O PSDB é o maior partido de oposição ao Brasil”.
    Se tudo sair conforme esse script, daqui a 50 anos um mea culpa resolve.

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